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terça-feira, fevereiro 14, 2006

Já nas bancas... 


sexta-feira, outubro 15, 2004

Caros colegas:

A próxima reunião do Jur.nal será dia 20 de Outubro , às 15h30m no Anf. A. A nova direcção do Jur.nal, como orgão com competência para coordenar o trabalho dos redactores, apresentará propostas de organização do próximo número.E chamo-lhe simples propostas porque a nova direcção não pretende que os redactores tenham apenas a função de escrever textos e tirar fotografias. O Jur.nal é produto de um trabalho conjunto entre as pessoas que pertencem à redacção e os seus colaboradores.A direcção apenas modera, coordena, tendo principalmente competências de gestão financeira, logística e de representação .Pretende-se assim que no ano 2004/2005 a redacção tenha um papel mais activo na elaboração do Jur.nal, nomeadamente na escolha da linha editorial ( o que inclui os temas a tratar, a escolha dos artigos a incluir, as entrevistas a fazer, a parte gráfica) sempre tendo presente que os objectivos da publicação sempre foram e continuarão a ser o livre debate de ideias, a liberdade de expressão, o estimulo à criatividade dos membros da "comunidade académica" da FDUNL.Para isso não tememos mais horas de trabalho e debate . As sugestões da redacção não serão apenas bem-vindas como essenciais para que o Jur.nal seja publicado com a qualidade desejada.E a propósito vem o post do Bernardo.Uma das questões que a direcção pretende apresentar na reunião será a hipótese de modificar a organização do Jur.nal, nomeadamente se procedemos à escolha de um tema para cada número, se é viável desde logo indicar sobre que tema cada redactor irá escrever, se achamos que é possivel travar "textos introspectivos e incompreensivelmente depressivos", a importância de mais entrevistas e ter sempre uma reportagem, como se tentou o ano passado,entre outras questões.Na minha opinião pessoal ( e não falo pelos restantes membros da direcção) prefiro um Jur.nal "heterogéneo" e não acho que por isso ele saia "descaracterizado". Acho que pelo contrário é isso que o caracteriza (porém, quarta-feira se me mostrarem que é verdade o contrário possa mudar a minha opinião). Esperam-se sugestões na reunião e antes dela, no blog ou apresentadas pessoalmente aos membros da direcção ou ainda via mail ( jur.nal@mail.com).

Não podia deixar de homenagear ( grande vénia!) a antiga direcção do Jur.nal pelo optimo trabalho que fizeram .A nova direcção pretende, com grande afinco, continuá-lo. Um agradecimento especial para a Matilde Pais.

Ana Rita Palma


Algumas ideias para o Jur.nal
Este é o momento ideal para discutir o futuro da nossa revista. Mudanças de chefia são sempre um bom pretexto para avaliarmos e repensarmos projectos como este.
É nesse sentido que deixo aqui alguns tópicos de discussão, telegráficos e despretensiosos.

Falhas
- A excessiva heterogeneidade dos artigos descaracteriza a nossa revista;
- Esta heterogeneidade não é evitável pela simples fixação de um tema para cada edição (vide o caso das "revistas temáticas");
- A quantidade de artigos "depressivos e incompreensivelmente introspectivos";
- Uma certa "desorganização interna": ainda que os vários artigos estejam ordenados segundo um certo critério, parece não haver ali um "fio condutor".

Sugestões
- Artigos de fundo/reportagens devem ser feitas com mais regularidade e marcar a edição em que se inserem;
- A direcção deve ter um importante papel a nível editorial, não só depois de feitos os artigos mas sobretudo antes de estes serem redigidos, participando activamente no estabelecimento de uma "linha de rumo" para o Jur.nal (depois de escritos os artigos pouco pode a direcção fazer...)
- Deve ponderar-se o estabelecimento de uma estrutura interna tendencialmente fixa, que permita ao leitor familiarizar-se om o Jur.nal e sentir que há uma certa coerência a unir os vários números da nossa revista.

Até quarta!

Bernardo S. Macedo

sexta-feira, outubro 01, 2004

Estou como redactora no Jur.nal há apenas um ano, mas já posso dizer que se trata de um projecto que vale a pena integrar e manter. Os únicos benefícios que advêm da participação do Jur.nal serão o prazer de escrever e de colaborar na melhor revista de estudantes universitários do país ( os conimbricenses que me desculpem, mas não minto)
A proxima reunião será quarta-feira,dia 6, às 15h30. Apareçam para formar redacção e apresentarem propostas para a eleição da nova direcção. Além disso, continuem a dinamizar este blog porque anda esquecido.Eu sei que neste blog não se cultiva a critica jocosa mas continua a ser apelativo, pelo menos para quem tem alguma coisa de interessante para dizer.

Ana Rita Palma

sexta-feira, julho 02, 2004

'Early evening blog no. 1':

acabei de ver uma revista que me mandaram, chamada ARCHIS, sobre arquitectura, que tem este site
'giro' e 'insípido'.

O mote da ARCHIS diz tudo o que a nossa redacção precisa para continuar bem:

'don't ask what content can do for you
ask what you can do for content'


'boa noite!'


FAM

quarta-feira, junho 30, 2004

para reanimar o blog mais paradão da net


Há alguns meses, foi publicado no NYTimes um artigo que causou polémica.
Neste artigo, intitulado 'Why we built the ivory tower' (porque é que construímos a torre de marfim), um académico de 50 anos de carreira, com 5 e meio como reitor, proferiu frases como esta pérola: 'don't confuse your academic obligations with the obligation to save the world'.
Isto não faz sentido nenhum, a não ser como reflexo do medo da instabilidade do posto.

Ainda que daqui, o autor retirasse conclusões válidas, como 'don't surrender your academic obligations to the agenda of any non-academic constituency - parents, legislators, trustees or donors', ainda que esta independência não deva ser total, antes -- digo eu -- uma interdependência (senão lá voltamos à tese da torre de marfim).

O pior é que a seguir o autor estraga tudo outra vez: 'don't cross the boundary between academic work and partisan advocacy, whether the advocacy is yours or someone else's'.

E a cereja no topo do bolo é a citação 'Marx famously said that our job is not to interpret the world, but to change it. In the academy, however, it is exactly the reverse: our job is not to change the world, but to interpret it'.

Bolas! Será credível que alguém faça uma interpretação isolada? Só o seria -- e mesmo assim, desprezando as famosas cargas genéticas e factores exógenos -- se um recém-nascido pudesse ser um académico... Ora um académico tem no mínimo 20 e tal anos: será possível ser isento aos 20 anos sem ser ingénuo, ou cínico? Se não faz sentido uma análise à partida viciada (pelo menos do ponto de vista da honestidade intelectual e amor próprio), menos sentido faz a ideia de que podemos todos sorrir pela nossa isenção.

O autor acaba o seu artigo citando Derek Bok, ex director de Harvard, que afirma 'consider civic responsibility as an explicit and important aim of college education'.
É claro que o autor discorda. Só não percebi porquê.

A revista The Atlantic, barómetro algo 'intelectual-elite', um verdadeiro medidor de pulso das grandes questões de fundo nos EUA, lançou um fórum sobre este artigo, creio que não pela importância do homem, mas pela forma como analisa um tema tão essencial.

Um daqueles fóruns vazios (readers fault...e como no jur.nal sabemos disto) onde aparece alguém a afirmar que quem não tem moral não deve frequentar o ensino superior.

Isto tudo para chamar a atenção para um problema à qual a FDUNL tem estado alheia, e suspeito que não seja pelo facto de o fazer discretamente: a ligação à sociedade.

Foi recentemente lançado um centro de investigação sobre Direito e Sociedade (fiz uma proposta em 1998 e ninguém ligou nenhuma), mas não basta.

Tal como não basta, na área das actividades pro-bono (sem contrapartida financeira), ter a UMAC-mediação na área do consumo.
Onde se situa a FDUNL na sociedade portuguesa? Que papel tem? Que posição pode e deve ter?

É preciso mais. E antes de avançar com o mais, é preciso debater. Isso tem faltado.
Mas não faltam cabeças. Digo eu...

FAM

terça-feira, maio 18, 2004



Está a chegar o jur.nal.
Quinta-feira, pela amnhã, estará disponível a nova edição do jurnas. À noite, haverá jantar ( o último )da redacção. Será às 21 horas, no restaurante chinês Huá Li Tou, na Rua da Misericórdia.
Não faltem, por favor.
Às 23 horas, na Galeria Zé dos Bois, actua o Quinteto Tati. Pensem nisso, já agora.

sábado, maio 01, 2004

Número 15 


sexta-feira, março 26, 2004



Som para o trabalho de parto

That Would Be Something
Really would be something
That Would Be Something
To meet you in the fallin' rain momma
To meet you in the fallin' rain

meet you in the fallin' rain
meet you in the fallin' rain


That Would Be Something
Paul McCartney

Quem não for a correr ouvir esta música fica de fora do barco.


Começou
Sei que uma edição do Jur.nal está em vias de surgir quando começo a receber solicitações para ir a Queluz-de-Baixo.
Os meus colegas de direcção dizem-me “Então Pedro, tudo bem? O que fazes na quarta-feira?” e quando dou por ela já estou no IC19. Neste momento, jur.nal é queluz-de-baixo e queluz-de-baixo o jur.nal. Pena é que a edição já esteja fechada, que este temática teria lugar seguro em página central.
Isto a propósito da primeira deslocação que fizémos este ano às instalações do Júlio e da sua esposa. Já há meses que ali não ia, e reviver aquele ambiente tão característico de queluz-de-baixo, voltar a respirar aquele ar e a ver aquelas pessoas trouxe-me recordações óptimas.
Falta uma capa e algum dinheiro, o resto conseguimos gerir com segurança.

Pedro Pinho

sábado, março 20, 2004

Provavelmente por alguns de nos estarem (com maior ou menor velocidade e 'sucesso') a acabar o curso, temos momentos esporadicos de reflexao, agora mais 'fundamentada' pelo que aprendemos nestes 5 anos.

f

Lembrei-me de uma parte deliciosa do SEVEN que merecia publicacao:


SOMERSET
You tell me, then... you walk into an
apartment, and a man has beaten his wife to
death, or the wife murdered the husband,
and you have to wash the blood off their
children. You put the killer in jail. Who
won?

MILLS
You do your job...

SOMERSET
Where's the victory?

MILLS
You follow the law and do the best you can.
It's all there.

SOMERSET
Just know that in this case there's not
going to be any satisfaction. If we caught
John Doe and he were the devil himself, if
it turned out he were actually Satan, then,
that might live up to our expectations. No
human being could do these things, right?
But, this is not the devil. It's just a
man.

MILLS
Why don't you shut the fuck up for a while?
You bitch and complain... if I thought like
you, I would have slit my wrist already.

Somerset sits back, looking at Mills.

MILLS
You think you're preparing me for the hard
times ahead? You think you're toughening
me up? Well, you're not! You're quitting,
fine... but I'm staying.

SOMERSET
People don't want a champion. They just
want to keep playing the lottery and eating
hamburgers.

MILLS
What the fuck is wrong with you? What
burnt you out?

SOMERSET
It wasn't one thing, if that's what you
mean. I just... I can't live here anymore.
I can't live where stupidity is embraced
and nurtured as if it were a virtue.

MILLS
Oh, you're so much better than everyone,
right? No one's worthy of you.

SOMERSET
Wrong! I sympathize completely, because if
you can't win... then, if you don't ignore
everything and everyone around you, you...
you become like John Doe. It's easier to
beat a child than it is to raise it,
because it takes so much work to love. You
just have to make sure you don't stop to
think about the abuse, and the damage,
because you'll risk being sad. Keep
ignoring.

MILLS
You're talking about people who are
mentally ill. You're...

SOMERSET
No I'm not! I'm talking about common,
everyday life here. If you let yourself
worry about one thing, you'll worry about
the next, and the next, and it never ends.
In this place, ignorance isn't just bliss,
it's a matter of survival.

MILLS
Listen to yourself. You say, "the problem
with people is they don't care, so I don't
care about people." But, you're already
here. You've been here a long time. So,
there's a part of you that knows, even if
everything you say is true, none of it
matters.

SOMERSET
That part of me is dead.

Mills stands.

MILLS
You want me to agree with you: "Yeah,
you're right, Somerset. This is a fucked
place. Let's go live in a fucking log
cabin." Well, I don't agree with you.
You're giving up, and it makes me sick,
because you're the best I've ever seen.



sábado, fevereiro 28, 2004

BOA NOITE!
Saudações para o novo semestre, para o novo ano2004!
Esta maneira parece-me um quanto estranha ou até bizarra de começar o "post", mas as primeiras palavras diz que são as correctas.
Tudo se resume à ponte do antigo número para o futuro. Tudo se resume à última reunião do jur.nal.
Antes demais assumo a apatia com que tentei presencear a reunião e que impediu um melhor desenrolar de ideias.
Assim, esforçar-me-ei agora por "recuperar" algumas palavras perdidas ou ocultas desse dia e organiza-las.
digo dd já que não estou muito inspirada para escrever mas tenho vontade de vos falar.

Quanto ao último número, penso que a pontualidade da entrega dos textos é um aspecto a ter em conta.
Devemos tentar responsabilizar-nos, cada um por si, pelo nosso papel no grupo. Desculpem se parece um discurso didáctico ou despropositado, mas é mesmo verdade que o grupo funciona melhor com o melhor de cada um individualmente.

Para além disso não quero que pensem ou achem que a Direcção está fechada a sugestões ou participações directas de qq membro na Edição. Tem-se tentado (se calhar ainda não foi conseguido) um maior e melhor diálogo com a Redacção para deste modo percebermos como é que podemos melhorar ou mudar o modo de trabalho.

Quanto ao tão falado aspecto gráfico, que tem sido o mais elogiado, fico contente pelos elogios, não querendo com isto fechar portas a críticas no sentido contrário. Contudo, gostava de perceber qual a vossa opinião, ou comentários que tenham ouvido, no que diz respeito à relação forma e conteúdo. Será necessário centrar mais atenções no conteúdo? Será que o tema condiciona a criatividade?
Foi deste modo que decidimos neste novo adoptar um formato diferente, sem tema. Que vos pareceu?

Apesar destes aspectos já terem sido um pouco comentados na reunião, gostava de, com estas perguntas, ouvir opiniões mais estruturadas (leia-se: dps de uma conversa conjunta dar forma a uma opinião mais certa. Pelo menos aconteceu cmg) e ouvir também aqueles que não tive oportunidade de ouvir nem ver.
Aproveito assim para comentar este último ponto: a ausência de mais de metade dos membros. Sinceramnte a palavra que mais define aquilo que senti foi tristeza.
Custa entrar numa sala, já dps da hora combinada, e encontrar 2 pessoas. Apesar de tudo, com o decorrer do tempo as restantes pessoas que foram chegando conseguiram aquecer um pouco esse vazio. Obrigada.
Ou seja, a pergunta que fica é PORQUÊ?
Está-me a parecer que as palavras começam a ganhar uma carga dramática que não é suposta. Apenas é suposto percebermo-nos, entendermo-nos e comunicarmos.

Assim sendo penso que os nossos novos e principais objectivos centram-se, muito genericamente, na vontade de melhorar e comunicar.

Como esta mns é pouco objectiva, penso que a podemos concretizar melhor na próxima reunião onde se pretende discutir o trabalho entregue e aquele que se terá que fazer.
Uma pequena chamada para o núcleo de fotografia: era importante que estivessem todos na próxima reunião dia 17 de Março para trabalharmos de uma forma masi eficaz.
Já agora relembro tb que o núcleo de fotografia não está fechado. Quem quiser participar com imagens não se iniba (fotografia ou desenhos).

Rendo-me por fim ao peso das palavras, à carga cansativa que transporta e todos os outros blábláblás.

Bom fim-de-semana.
Matilde

quarta-feira, fevereiro 25, 2004


Aviso à navegação
Serve este post para relembrar os colaboradores e redactores do jur.nal para que comecem a pensar e escrevinhar os seus textos ou projectos para o Jur.nal.
Não deixo, apesar de tudo, de questionar a utilidade deste apelo. Primeiro, porque já sei o que a casa gasta e que há malta que só vai começar a escrever mais em cima do termo do prazo. Peço a estes que tentem mesmo assim respeitar o que vos pedimos. Segundo, porque, atendendo à afluência que este blog tem tido e ao chorrilho estonteante de posts nos últimos tempos, dou por mim a pensar se não estarei a falar para o boneco.

quarta-feira, fevereiro 18, 2004


Primeira Reunião
Hoje houve reunião do Jur.nal, a primeira desde a edição do último número.
Decidiu-se, resumidamente, que:
- entrega dos textos deverá ser feita até ao dia 12 de Março
- não haverá tema
- quaisquer ideias que tenham para reportagem ou entrevista deverão ser comunicadas à direcção durante esse período de tempo
- reunir-mos-emos (direcção e redacção) no dia 17 de Março para discutir os trabalhos entregues.
Não me alongo mais por agora, mas comecem a pensar em voltar a povoar este blog.

Pedro Pinho

domingo, fevereiro 01, 2004


E que tal "parabéns?"
No último mês e meio, três quintos da direcção (por sinal, os três rapazes) fez anos. Nem uma mensagem, um mail, um abraço da redacção. Desta forma, ponderamos seriamente abandonar este projecto, deixando o jur.nal ao mulherio ingrato.

Pedro Pinho

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